Serviços
Da análise do edital à entrega da posse.
Organizamos as premissas e conduzimos a execução para que seu investimento seja fluido e previsível.
Entregáveis claros em cada etapa.
- Checklist de diligência por tipo de caso
- Mapa de risco objetivo
- Cenários de viabilidade e teto de lance por ROI
- Plano de execução do pós-arrematação
- Acompanhamento por status e próximos passos
Em detalhe
O que cada serviço entrega, na prática.
Diligência e análise de risco
Antes de qualquer lance, lemos o edital inteiro e a matrícula atualizada do imóvel. Verificamos quem é o proprietário registrado, se existem penhoras, hipotecas, usufruto, indisponibilidade ou averbações que travem a transferência. Levantamos os débitos que acompanham o bem — IPTU, condomínio e taxas — porque no leilão essas dívidas costumam ser propter rem: seguem o imóvel, não o antigo dono, e entram no seu custo mesmo que não estejam no edital.
Checamos também a situação de ocupação. Um imóvel ocupado pelo antigo devedor tem custo e prazo diferentes de um imóvel vazio, e isso muda o quanto vale pagar. No leilão judicial, examinamos o andamento do processo para identificar recursos pendentes ou discussões que possam anular a arrematação. Ao final, você recebe um parecer objetivo: prosseguir, prosseguir com ressalva ou não recomendado.
Estratégia e teto de lance
O maior erro em leilão é disputar no impulso. Montamos a conta completa: valor do lance, comissão do leiloeiro, ITBI, custas de registro, débitos assumidos, reforma estimada, condomínio durante o período de desocupação e o custo do capital parado. Desse total sai o teto de lance — o número acima do qual a operação deixa de fazer sentido para a sua tese, seja ela renda, giro, uso próprio ou locação com venda futura.
Você entra no leilão com um limite definido por dados e com cenários alternativos já calculados, em vez de decidir sob pressão nos segundos finais da disputa.
Regularização e pós-arrematação
Arrematar é o começo. Conduzimos o pagamento dentro do prazo do edital, a emissão das guias, o recolhimento do ITBI, a obtenção do auto de arrematação ou da carta de arrematação e o registro na matrícula — etapa que efetivamente transfere a propriedade para o seu nome. Também tratamos a baixa de gravames, a regularização de débitos junto ao condomínio e à prefeitura e a atualização cadastral do imóvel.
É a fase onde a maioria dos arrematantes trava por falta de familiaridade com prazos e documentos. Cada etapa tem responsável e status acompanhados por você.
Desocupação amigável
Quando o imóvel está ocupado, a primeira via é sempre a negociação direta. Uma abordagem profissional, com proposta clara de prazo e, quando cabível, auxílio-mudança, costuma resolver em semanas o que pela via judicial levaria muitos meses. Conduzimos essa conversa e formalizamos o acordo por instrumento extrajudicial.
Se a negociação não avançar, existe o plano B: o pedido de imissão na posse pela via judicial, com o acompanhamento necessário até a entrega das chaves. Nenhum resultado de processo é garantido — o que garantimos é a condução técnica e a transparência sobre prazos e custos em cada cenário.
Diagnóstico
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